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Futuros do minério de ferro avançam 1,14% na bolsa chinesa da Dalian

Imagem: SXC Imagem: SXC

Os contratos futuros do minério de ferro voltaram a registrar valorização na jornada desta terça-feira na bolsa chinesa da Dalian, com os papéis com vencimento em maio subindo 1,14% a 444 iuanes por tonelada da commodity. O clima é menos tenso com o início das negociações entre China e Estados Unidos.

Já para o vergalhão de aço, negociado em Xangai, os ganhos dos contratos de maio foram de 69 iuanes por tonelada, fazendo com que o preço final do produto no fechamento da terça-feira ficasse em 3.433 iuanes por tonelada. Considerando o segundo contrato mais líquido, de outubro, a valorização foi de 26 iuanes a 3.228 iuanes por tonelada.

Os mercados acionários da China avançaram nesta terça-feira, interrompendo série de quatro dias de perdas, impulsionados por ganhos robustos em empresas de tecnologia e com o alívio dos temores de uma guerra comercial diante de notícias de negociações entre a China e os Estados Unidos.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 0,86 por cento, enquanto o índice de Xangai teve alta de 1,04 por cento.

O índice de start-ups ChiNextP fechou em alta de 3,6 por cento, uma vez que analistas esperam que as tensões comerciais entre EUA e China leve a mais reformas e sustente as indústrias emergentes chinesas.

O sentimento era de otimismo em meio a notícias de que autoridades chinesas e norte-americanas estavam negociando para evitar uma guerra comercial.

Autoridades norte-americanas estão pedindo à China que reduza tarifas sobre carros importados, permita a propriedade majoritária estrangeira de empresas de serviços financeiros e compre mais semicondutores fabricados nos Estados Unidos em negociações para evitar planos de aplicar tarifas sobre uma série de bens chineses e uma potencial guerra comercial.

O primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, disse na segunda-feira que a China e os EUA devem manter as negociações e reiterou promessas de facilitar o acesso das empresas norte-americanas.

fonte: Investing.com Brasil, com informações da Reuters

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